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06/09/2017

Affffffffffffffffffffff....MAIS MAUS TRATOS CONTRA AS MULHERES...!!!Violência obstétrica: saiba se você já foi vítima e como proceder...mulheres relatam as violências sofridas durante o momento do parto...!!! Imaginem a 40 anos atrás...(eu passei por tudo isso...!)

#Pesquisa publicada pela Fundação Perseu Abramo mostra que uma a cada quatro #Mulheres sofrem com uma das mais violentas formas de #Violência as quais mulheres são submetidas durante a vida, a #ViolênciaObstetrica.

Cortes desnecessários, uso excessivo da força, abandono. Essas são só algumas das reclamações feitas por mulheres durante o #TrabalhoDeParto. D.S. tinha 23 anos em 2010 quando teve o seu primeiro filho, em Cachoeira. Ela chegou ao hospital por volta de 1h da madrugada com contrações e ficou internada até as 18h, a criança passou da hora de nascer e no momento do parto foi feita uma #Epistomia, sem a sua permissão, o corte chegou até a região do ânus.

Epistomia é um corte na área entre a vagina e o ânus chamada de períneo, feito para aumentar o canal vaginal e facilitar a passagem do bebê. A #Pesquisa “Nascer no Brasil”, feita com mais de 23 mil mulheres pela #FundacaoOswaldoCruz em parceria com o #MinisterioDaSaude, revelaram que cerca de 56% das mulheres que tiveram parto normal passaram pelo procedimento, sendo que só é indicado em casos específicos, como #PartoPelvico (quando o bebê está sentado), #Macrossomia (excesso de peso do bebê), rigidez do períneo, ou em partos prematuros, mas de acordo com a #OrganizaçaoMundialDaSaude - #OMS, estes casos representam apenas 10% dos partos normais.

Em um hospital de #Salvador, a técnica em enfermagem E.S hoje com 28 anos, passou por momentos de tensão e constrangimento enquanto esperava para dar a luz a sua primeira filha. Após a troca de equipes do hospital ela passou a ser coagida por uma enfermeira que diante dos seus gritos de dor se negava a fazer a limpeza dela e da maca onde ela estava. “Eu estava toda suja de cocô e ela dizia que se eu não parasse de gritar que não ia me limpar. Eu fui para sala de parto ter a minha filha toda suja.” E. conta que só passou a ser bem tratada pela profissional depois que temendo pela vida da filha, lhe pediu desculpas e disse também era profissional de saúde. Ela também conta que ficou sozinha durante todo o pré-parto, trabalho de parto e horas após a criança nascer, é garantido por lei que toda a parturiente tem direito a um acompanhante, mas a entrada da mãe de E. foi impedida pelo hospital.
Mulheres que tenham sido #Vítimas das situações citadas ou outras pelas quais tenham se sentido coagidas no momento pré ou pós-parto, podem entrar com ações judiciais e fazer uma denúncia junto à ouvidoria do hospital ou da #SecretariaDeSaude do município e ao Ministério público.
A advogada Lívia Marques orienta as vítimas a procurarem reparação do dano sofrido. “Ela deve buscar um advogado ou a defensoria pública do seu estado, portando todos os documentos que tiver, com cópias das denúncias, de laudo médico feito após o parto e que demonstre a violência sofrida e, principalmente, de cópia do prontuário de atendimento no hospital em que deve constar que a mulher estava acompanhada na hora do parto. Se não houver nenhuma anotação neste sentido ou se estiver anotado que a mulher está desacompanhada ou, ainda, que a acompanhante dela é uma funcionária do hospital, já fica claro que a lei foi desrespeitada”.
Fonte-Pesquisa:


05/09/2017

Tem que ser instituída é a...CASTRAÇÃO QUÍMICA, no Brasil...!!!O homem que ejaculou em mulher dentro de ônibus é condenado a 2 anos de prisão...na terça-feira da semana passada, ele foi indiciado por estupro(mas só depois que a opinião pública se manifestou fortemente)...!

O homem que foi detido duas vezes nas últimas duas semanas acusado de #Assediar #Mulheres em #Onibus de São Paulo foi condenado a dois anos de #Prisão nesta terça-feira (05). O crime pelo qual ele foi condenado foi cometido em 2013. A informação é da Rádio Bandeirantes.

Atualmente o condenado está em prisão preventiva por atacar uma passageira dentro de um coletivo, no último sábado.

Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, já possuía 15 passagens anteriores por crimes sexuais contra mulheres e três prisões, foi preso desta vez por suspeita de ato obsceno contra uma mulher dentro do transporte coletivo.

Na terça-feira da semana passada, ele foi indiciado por #Estupro, porém em audiência de custódia, a Justiça soltou o acusado com a alegação de que “não houve #Constrangimento” da vítima no ato.

Fonte-Pesquisa:

08/03/2017

AS NOTÍCIAS TRISTES - NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER NO BRASIL: UMA EM CADA TRÊS BRASILEIRAS, SOFRERAM UM TIPO DE VIOLÊNCIA NO ÚLTIMO ANO......!!!!!!

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Uma a cada três #Brasileiras com 16 anos ou mais foi espancada, xingada, ameaçada, agarrada, perseguida, esfaqueada, empurrada ou chutada nos últimos 12 meses.

É o que aponta a #PesquisaVisívelEInvisível: a Vitimização de #Mulheres no #Brasil", realizada pelo #Datafolha a pedido do #FórumBrasileiroDeSegurançaPública, que entrevistou mulheres de todo o país e revelou: 29% delas afirmaram ter sofrido violência física, verbal ou psicológica no ano anterior.


O estudo projetou que 503 mulheres foram vítimas de agressões físicas a cada hora no Brasil e que dois a cada três brasileiros (66%) presenciaram uma mulher sendo agredida física ou verbalmente no mesmo período.

"Os resultados da pesquisa mostram que a violência faz parte da gramática dos relacionamentos no país e que é algo socialmente tolerado", avalia Samira Bueno, diretora-executiva do fórum.

De acordo com a pesquisa, financiada pelo governo do Canadá e pelo Instituto Avon, o agressor era conhecido das vítimas em 61% dos casos relatados. As agressões ocorreram principalmente em casa (43%) e na rua (39%), mas também no trabalho (5%) e na balada (5%) e foram mais frequentes entre mulheres de 16 a 24 anos (45%).

INFORMAÇÃO
"A mulher mais jovem tem tido mais acesso a informação e já reconhece determinados gestos, como beijo forçado ou assédio no transporte público, como formas de violência que vão além do bater ou agredir fisicamente", explica a socióloga Wânia Pasinato, consultora especializada em violência contra a mulher.

Apesar do acesso à informação e do debate público sobre o tema, intensificado desde a aprovação da #LeiMariaDaPenha, em 2006, criada para coibir a #ViolênciaDoméstica, 52% das mulheres entrevistadas que reportaram agressões não fizeram nada a respeito da violência sofrida.

Das 48% que tomaram alguma medida, 13% procuraram ajuda da família, 12% apoio dos amigos e 5% procuraram a igreja que frequentam. Apenas 11% buscaram uma delegacia da mulher, enquanto 10% denunciaram o caso numa delegacia comum.A socióloga lembra que as delegacias da mulher foram criadas há 32 anos inspiradas numa política especializada em que a resposta policial aos casos mais graves tinha de se integrar a outros atendimentos, como os apoios psicológico, assistencial e jurídico.

"Criminalizar as várias formas de violência contra a mulher não é solução. A Lei Maria da Penha ajuda, mas é insuficiente, por isso muitas mulheres não denunciam a violência que sofrem." Para ela, essas respostas passam necessariamente pela prevenção e educação.

MULHERES NEGRAS
A pesquisa mostrou que mais mulheres pretas (32%) e pardas (31%) relataram violência nos últimos 12 meses do que as brancas (25%).

Discrepância maior surgiu quando as questões eram relativas a assédio: 35% das mulheres brancas reportaram terem sido alvo de comentários desrespeitosos ou contatos físicos indesejados contra 89% das negras.

"Esse dado traz as marcas estruturais do racismo ainda presentes na sociedade brasileira", diz Juliana Gonçalves, 30, organizadora da Marcha das Mulheres Negras em São Paulo, para quem o corpo da mulher negra é visto como mais público e disponível que o das outras mulheres. "O corpo da mulher negra é mais facilmente sexualizado, deixando-a mais vulnerável à violência", diz.

Para a filósofa e ativista Djamila Ribeiro, "as feministas negras vêm denunciado a falta de um olhar racial nas políticas de enfrentamento à violência contra a mulher".

Ela lembra que o Mapa da Violência de 2015 mostrou que os homicídios de mulheres brancas haviam diminuído 10% na década anterior enquanto o assassinato de mulheres negras havia crescido 54% no mesmo período.
"Precisamos pensar no componente racial. Não podemos debater mulher como se fosse uma categoria universal quando as negras têm menos acesso aos bens públicos e menos condições financeiras. Quando não nomeamos essa realidade, mantemos a invisibilidade dessa diferença", diz.

Fonte/Pesquisa:
http://www.campomaioremfoco.com.br/index-mobile.php?pg=noticia_mobile&id=4504

23/09/2016

Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças...LIGUE...100....LIGUE...180...

Na maioria dos casos de escravidão, 80% são #Mulheres ou #Meninas...
O dia 23 de setembro é lembrado como o #DiaInternacionalContraAExploraçãoSexualEOTráficoDeMulheres ECrianças...


No mundo, estima-se que existam 2,4 milhões de pessoas que são forçadas a realizar #TrabalhosForçados de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (#OIT).
Ainda de acordo com a entidade, lucros ilícitos totais de trabalho forçado são estimados em cerca de 32 bilhões de dólares por ano, dos quais 76% vem da exploração sexual, classificado como o terceiro negócio mais lucrativo em todo o mundo depois do tráfico de drogas e de vendas de armas.
Fonte e para saber mais:
https://www.brasildefato.com.br/2016/09/22/dia-internacional-contra-a-exploracao-sexual-e-o-trafico-de-mulheres-e-criancas/

#STF

#STJ
#TSE
#Desembargadores
#GovernoFederal
#PresidenciaDaRepublica
#SenadoFederal
#CamaraDeDeputados
#Juizes
#Promotores
#GovernosEstaduais
#Prefeitos
#Vereadores
 

14/08/2016

PARA AS MULHERES QUE SÃO PAI E MÃE....(#PÃES).....!!!!!!




Ser #mãe e ser #pai ao mesmo tempo é uma responsabilidade que traz  muitas  lutas e desafios, mas traz também muitas vitórias e alegrias...
E, geralmente, essas #mulheres não se deixam abater...
Elas  são fortes, #lutadoras, #resilientes  e com muito amor  no  coração, batalham para dar o seu melhor por  sua  prole......
Não há nada que faça uma mulher assim...desistir....O seu coração é do tamanho do mundo e a sua determinação uma chama eterna....!!!!
PARABÉNSSSSS......MINHAS  #COMPANHEIRAS......
P Ã E S.........!!!!!!!!!!!

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13/08/2016

É POR ISSO, QUE DIGO: ESTAMOS MESMO, NUM MATO SEM CACHORRO...(Após críticas, ministro pede desculpas por declaração sobre mulheres no trabalho Durante lançamento de campanha na quinta-feira, Ricardo Barros disse que os homens procuram menos o atendimento médico por trabalharem mais do que as mulheres...!

"O #MinistroDaSaude Ricardo Barros, pede desculpas se foi mal interpretado na frase ao informar que homens trabalham mais. Ele se referia ao número de homens no mercado de trabalho", informou o ministério, ao citar dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (#IBGE) que apontam que, dos brasileiros com 16 anos ou mais ocupados, 53,7 milhões são homens e 39,7 milhões são mulheres.

Ainda segundo a nota, Barros deixou claro que não fez referência à jornada de trabalho de #Homens e #Mulheres. "Conhecendo o quanto as mulheres trabalham, eu jamais diria que os homens trabalham mais que as mulheres. Quero deixar claro que eu me referia ao número de homens no mercado de trabalho, que ainda é maior", explicou o ministro no comunicado. "As mulheres, além de trabalhar fora, têm as tarefas de casa, cuidam da família e ainda arrumam tempo para cuidar da saúde. A campanha que lançamos quer espelhar esse exemplo das mulheres", completou. 

Filha criticou declaração do pai
Por meio de seu perfil nas redes sociais, a #filha do ministro, a deputada estadual Maria Victória #Borghetti Barros (PP-PR), criticou a declaração feita por Barros ontem. Ela postou um vídeo no Facebook e disse que precisou dar um "puxão de orelha" no #pai.
"Logo o senhor, com duas mulheres como nós em casa, a vice-governadora do estado do #Paraná, Cida Borghetti, e eu, deputada estadual? Trabalhamos tanto quanto o senhor. Por mais que haja dados absolutos de que há maior número de homens no mercado formal de trabalho, o #IBGE afirma que as mulheres trabalham em média cinco horas a mais na semana do que os homens. Portanto, uma jornada de trabalho mais longa", disse ela.

Fonte:
http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2016/08/apos-criticas-ministro-pede-desculpas-por-declaracao-sobre-mulheres-no-trabalho-7252406.html?utm_source=newsletter&utm_medium=e-mail&utm_campaign=news-destaques-da-manha# 
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26/07/2016

SALVE, SALVE, TODAS AS MULHERES NEGRAS DO MUNDO.......!!!!!!!!!!!



25 de julho: Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha...

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A data é um marco #internacional da luta e resistência da #MulherNegra contra a #opressão de gênero, o #racismo e a exploração de classe.
Ao analisarmos a temática da mulher negra, pesquisas realizadas nos últimos anos demonstram a gravidade da situação enfrentada: a mulher negra apresenta o menor nível de #escolaridade, trabalha mais, porém com rendimento mínimo, em condições precárias e de informalidade; e as poucas que conseguem romper as barreiras do preconceito e da discriminação racial e ascender socialmente necessitam se empenhar mais e abdicar de outros aspectos de suas vidas, como lazer, relacionamento, maternidade.
Esta realidade, que manifesta resquícios do período de escravidão, tem sido transformada através da luta e da organização das mulheres negras na América Latina e no Caribe. Apesar de ainda em desvantagem, mais mulheres e, mais mulheres negras estão se inserindo na universidade e no mercado de trabalho, estão conquistando espaços importantes na economia, na sociedade, na política. Essas mulheres estão lutando para transformar a realidade, superar as desigualdades e construir uma nova cultura na sociedade, de combate à opressão de gênero e ao racismo.
É visível o avanço no processo de empoderamento da mulher na sociedade latinoamericana e caribenha. Demonstração disto é a ascensão das mulheres ao posto mais alto do país: atualmente contamos com três presidentas, Dilma Rousseff (Brasil), Cristina Kirchner (Argentina) e Laura Chinchilla (Costa Rica), eleitas e reconhecidas pelo seu projeto político e pelos destinos para os quais conduziram seus países. Essa conquista, contudo, demonstra a necessidade de, também, priorizar-se a questão racial no enfrentamento à opressão de gênero.
#ODiaInternacionalDaMulherNegraLatinoAmericanaECaribenha, comemorado em 25 de julho, é mais do que uma data comemorativa; é um marco internacional da luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero, o racismo e a exploração de classe. Foi instituído, em 1992, no I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, para dar visibilidade e reconhecimento a presença e a luta das mulheres negras nesse continente.

Fonte:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/politicas_para_as_mulheres/artigos/index.php?p=156081
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13/06/2016

Por que #assassinatos em massa raramente são praticados por mulheres?



Assassinatos em massa raramente são praticados por #mulheres...( GRAÇAS A DEUS....!!!)

Infelizmente, assassinatos em massa têm se tornado mais comuns nos últimos tempos. O ataque em uma boate gay na cidade de #Orlando, nos Estados Unidos, no último sábado (11), voltou a colocar o assunto em pauta.

A motivação para esse tipo de crime pode estar diretamente relacionada ao #gênero dos responsáveis por tais ataques. É raro que mulheres protagonizem assassinatos em massa – são fenômenos #masculinos.
Cada caso é único, mas especialistas consideram que há elementos da biologia masculina que, combinados à socialização, tornam homens mais propensos à #violência. De acordo com o psicólogo James Garbarino, esse perfil é mundial. Por mais que se atenua ou se equipare em determinados países, o reflexo é o mesmo: o sexo masculino é mais assassino que o feminino.
Para #Garbarino, o sexo masculino pode ser biologicamente vulnerável a situações do tipo: variações em um gene chamado MAOA, combinado com estressores de desenvolvimento, como abuso ou uso de drogas, podem aumentar o ímpeto masculino pela #criminalidade. Ainda segundo o psicólogo, homens também são mais propensos do que as mulheres para basear decisões morais em princípios abstratos, em vez de empatia.
A frustração sexual é o que mais motiva atiradores em massa do sexo masculino, de acordo com o jurista Adam Lankford. #Misoginia e até #homofobia são os principais combustíveis para ataques do tipo, mesmo que exista a tentativa de disfarçar esse viés com crimes sendo associados a grupos religiosos.
Status social, por sua vez, é o principal fator que motiva assassinatos em massa em ambientes escolares. A socióloga Katherine Newman reforça que esse também é um fenômeno masculino e que situações do tipo são respostas a roteiros culturais que igualam violência com masculinidade.
#Psicólogos também entendem que, culturalmente, os homens são condicionados a serem recompensados por atitudes violentas: para os profissionais da área, até mesmo histórias de super-heróis ou filmes de ação, onde os protagonistas ficam com a garota após matarem algum vilão, são absorvidas de forma negativa por parte das pessoas. São concepções masculinas e/ou masculinizadas, afirmou a socióloga Katherine Newman. “Os problemas de reputação do universo feminino são representados de outra forma, como em fofocas ou auto-mutilação”, disse.
(Por Igor Miranda em 13 de junho de 2016)
Para saber mais:
http://acrediteounao.com/por-que-assassinatos-em-massa-raramente-sao-praticados-por-mulheres/
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05/06/2016

ASSINE.....ABAIXO-ASSINADO...PELAS MULHERES E CONTRA O #ESTUPRO...


Pressionando Presidente do Twitter no Brasil Guilherme Ribenboim e 1 outro

Twitter, entregue para a polícia todos que compartilharam o estupro, #30ContraTodas

Marta Carvalho Brasilia, Brasil
 
Nasci preta e mulher. Durante toda a história de minha vida, vi e vivi abusos e violências imensuráveis para a minha alma feminina. Estamos vivendo tempos de terror e culto ao ódio, ao machismo e todas as formas de desrespeitos e intolerâncias. Hoje todas nós vimos as consequências das injustiças, do não-cumprimento das leis e todos os tipos de violência direcionadas às mulheres, incitadas por uma sociedade que cria e fetichiza uma cultura do estupro – mídia, religião e políticos que corroboram com todos os incentivos e liberdades para que atos de extrema violência, como o estupro de uma mulher de 16 anos por mais de 30 homens no Rio de Janeiro.
Não podemos nos calar. Fiz este abaixo-assinado para exigir que todos os perfis de quem compartilhou o vídeo dessa barbaridade sejam expostos pelo Twitter, publicamente e como dado oficial para a Polícia Civil. Estes homens também são criminosos, assim como os bárbaros covardes que estupraram e publicaram o vídeo.
Não foi apenas estupro. Pedimos ainda que a Justiça tipifique o crime como Feminicídio Tentado (tentativa de assassinato). No Brasil, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada. Infelizmente este foi só mais um caso.
Exigimos Justiça! #30ContraTodas
Este abaixo-assinado será entregue para:
  • Presidente do Twitter no Brasil
    Guilherme Ribenboim
  • Twitter no Brasil 
Marta Carvalho fez este abaixo-assinado do zero e agora já tem 46.940 apoiadores. Faça você também um abaixo-assinado e mude o que você quiser.
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https://www.change.org/p/twitter-entregue-para-a-pol%C3%ADcia-todos-que-compartilharam-o-estupro-30contratodas?recruiter=27319206&utm_source=share_petition&utm_medium=facebook&utm_campaign=autopublish&utm_term=des-lg-no_src-reason_msg&fb_ref=Default
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