Mostrando postagens com marcador Pesquisa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pesquisa. Mostrar todas as postagens

22/06/2019

ATENÇÃO...!!!A CÂMARA ABRIU PESQUISA, PARA SABER SE SUSTA DECRETO DAS ARMAS, DE BOLSONARO...!!!



SÓ QUE, TEM GENTE VOTANDO ERRADO, POIS A MANEIRA QUE ELES COLOCAM O ASSUNTO, FICA PARECENDO “UMA PEGADINHA”...
TEMOS QUE RESPONDER==>DISCORDO TOTALMENTE
Observem que é para discordar. O PDL 232/19 susta o decreto de bolsonaro.

Discordar totalmente!
Vamos continuar...os trabalhos...VOTANDO NO DISCORDO TOTALMENTE e vamos mostrar a vontade da maioria. De maneira respeitosa e cívica.

Resultado de imagem para camara dos deputados

Câmara dos Deputados: PDL 232/2019. O que você acha disso?

https://forms.camara.leg.br/ex/enquetes/2200625

15/12/2017

ESSA EU ACHEI INTERESSANTE........KKKKKKKKKKK........PESQUISA PARA ELEIÇÃO...!!!

Meirelles é uma unanimidade!!!


#HenriqueMeirelles é uma unanimidade: ele tem 1% de votos em todas as pesquisas eleitorais!

A Ideia Big Data perguntou a 3 mil pessoas se elas estariam dispostas a votar no ministro da Fazenda, diz a Época.

Resultado: “1% dos entrevistados disse que votaria nele com certeza, 8% afirmaram que talvez votassem; 14% disseram que dificilmente votariam; 32% declararam que não votariam de modo algum”.

Fonte-Pesquisa:
https://www.oantagonista.com/brasil/meirelles-e-uma-unanimidade/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=NEWS-OA-2017-12-15-MANHA&utm_content=link-1&oa_news=related

06/09/2017

Affffffffffffffffffffff....MAIS MAUS TRATOS CONTRA AS MULHERES...!!!Violência obstétrica: saiba se você já foi vítima e como proceder...mulheres relatam as violências sofridas durante o momento do parto...!!! Imaginem a 40 anos atrás...(eu passei por tudo isso...!)

#Pesquisa publicada pela Fundação Perseu Abramo mostra que uma a cada quatro #Mulheres sofrem com uma das mais violentas formas de #Violência as quais mulheres são submetidas durante a vida, a #ViolênciaObstetrica.

Cortes desnecessários, uso excessivo da força, abandono. Essas são só algumas das reclamações feitas por mulheres durante o #TrabalhoDeParto. D.S. tinha 23 anos em 2010 quando teve o seu primeiro filho, em Cachoeira. Ela chegou ao hospital por volta de 1h da madrugada com contrações e ficou internada até as 18h, a criança passou da hora de nascer e no momento do parto foi feita uma #Epistomia, sem a sua permissão, o corte chegou até a região do ânus.

Epistomia é um corte na área entre a vagina e o ânus chamada de períneo, feito para aumentar o canal vaginal e facilitar a passagem do bebê. A #Pesquisa “Nascer no Brasil”, feita com mais de 23 mil mulheres pela #FundacaoOswaldoCruz em parceria com o #MinisterioDaSaude, revelaram que cerca de 56% das mulheres que tiveram parto normal passaram pelo procedimento, sendo que só é indicado em casos específicos, como #PartoPelvico (quando o bebê está sentado), #Macrossomia (excesso de peso do bebê), rigidez do períneo, ou em partos prematuros, mas de acordo com a #OrganizaçaoMundialDaSaude - #OMS, estes casos representam apenas 10% dos partos normais.

Em um hospital de #Salvador, a técnica em enfermagem E.S hoje com 28 anos, passou por momentos de tensão e constrangimento enquanto esperava para dar a luz a sua primeira filha. Após a troca de equipes do hospital ela passou a ser coagida por uma enfermeira que diante dos seus gritos de dor se negava a fazer a limpeza dela e da maca onde ela estava. “Eu estava toda suja de cocô e ela dizia que se eu não parasse de gritar que não ia me limpar. Eu fui para sala de parto ter a minha filha toda suja.” E. conta que só passou a ser bem tratada pela profissional depois que temendo pela vida da filha, lhe pediu desculpas e disse também era profissional de saúde. Ela também conta que ficou sozinha durante todo o pré-parto, trabalho de parto e horas após a criança nascer, é garantido por lei que toda a parturiente tem direito a um acompanhante, mas a entrada da mãe de E. foi impedida pelo hospital.
Mulheres que tenham sido #Vítimas das situações citadas ou outras pelas quais tenham se sentido coagidas no momento pré ou pós-parto, podem entrar com ações judiciais e fazer uma denúncia junto à ouvidoria do hospital ou da #SecretariaDeSaude do município e ao Ministério público.
A advogada Lívia Marques orienta as vítimas a procurarem reparação do dano sofrido. “Ela deve buscar um advogado ou a defensoria pública do seu estado, portando todos os documentos que tiver, com cópias das denúncias, de laudo médico feito após o parto e que demonstre a violência sofrida e, principalmente, de cópia do prontuário de atendimento no hospital em que deve constar que a mulher estava acompanhada na hora do parto. Se não houver nenhuma anotação neste sentido ou se estiver anotado que a mulher está desacompanhada ou, ainda, que a acompanhante dela é uma funcionária do hospital, já fica claro que a lei foi desrespeitada”.
Fonte-Pesquisa:


08/03/2017

AS NOTÍCIAS TRISTES - NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER NO BRASIL: UMA EM CADA TRÊS BRASILEIRAS, SOFRERAM UM TIPO DE VIOLÊNCIA NO ÚLTIMO ANO......!!!!!!

------------------------------
Uma a cada três #Brasileiras com 16 anos ou mais foi espancada, xingada, ameaçada, agarrada, perseguida, esfaqueada, empurrada ou chutada nos últimos 12 meses.

É o que aponta a #PesquisaVisívelEInvisível: a Vitimização de #Mulheres no #Brasil", realizada pelo #Datafolha a pedido do #FórumBrasileiroDeSegurançaPública, que entrevistou mulheres de todo o país e revelou: 29% delas afirmaram ter sofrido violência física, verbal ou psicológica no ano anterior.


O estudo projetou que 503 mulheres foram vítimas de agressões físicas a cada hora no Brasil e que dois a cada três brasileiros (66%) presenciaram uma mulher sendo agredida física ou verbalmente no mesmo período.

"Os resultados da pesquisa mostram que a violência faz parte da gramática dos relacionamentos no país e que é algo socialmente tolerado", avalia Samira Bueno, diretora-executiva do fórum.

De acordo com a pesquisa, financiada pelo governo do Canadá e pelo Instituto Avon, o agressor era conhecido das vítimas em 61% dos casos relatados. As agressões ocorreram principalmente em casa (43%) e na rua (39%), mas também no trabalho (5%) e na balada (5%) e foram mais frequentes entre mulheres de 16 a 24 anos (45%).

INFORMAÇÃO
"A mulher mais jovem tem tido mais acesso a informação e já reconhece determinados gestos, como beijo forçado ou assédio no transporte público, como formas de violência que vão além do bater ou agredir fisicamente", explica a socióloga Wânia Pasinato, consultora especializada em violência contra a mulher.

Apesar do acesso à informação e do debate público sobre o tema, intensificado desde a aprovação da #LeiMariaDaPenha, em 2006, criada para coibir a #ViolênciaDoméstica, 52% das mulheres entrevistadas que reportaram agressões não fizeram nada a respeito da violência sofrida.

Das 48% que tomaram alguma medida, 13% procuraram ajuda da família, 12% apoio dos amigos e 5% procuraram a igreja que frequentam. Apenas 11% buscaram uma delegacia da mulher, enquanto 10% denunciaram o caso numa delegacia comum.A socióloga lembra que as delegacias da mulher foram criadas há 32 anos inspiradas numa política especializada em que a resposta policial aos casos mais graves tinha de se integrar a outros atendimentos, como os apoios psicológico, assistencial e jurídico.

"Criminalizar as várias formas de violência contra a mulher não é solução. A Lei Maria da Penha ajuda, mas é insuficiente, por isso muitas mulheres não denunciam a violência que sofrem." Para ela, essas respostas passam necessariamente pela prevenção e educação.

MULHERES NEGRAS
A pesquisa mostrou que mais mulheres pretas (32%) e pardas (31%) relataram violência nos últimos 12 meses do que as brancas (25%).

Discrepância maior surgiu quando as questões eram relativas a assédio: 35% das mulheres brancas reportaram terem sido alvo de comentários desrespeitosos ou contatos físicos indesejados contra 89% das negras.

"Esse dado traz as marcas estruturais do racismo ainda presentes na sociedade brasileira", diz Juliana Gonçalves, 30, organizadora da Marcha das Mulheres Negras em São Paulo, para quem o corpo da mulher negra é visto como mais público e disponível que o das outras mulheres. "O corpo da mulher negra é mais facilmente sexualizado, deixando-a mais vulnerável à violência", diz.

Para a filósofa e ativista Djamila Ribeiro, "as feministas negras vêm denunciado a falta de um olhar racial nas políticas de enfrentamento à violência contra a mulher".

Ela lembra que o Mapa da Violência de 2015 mostrou que os homicídios de mulheres brancas haviam diminuído 10% na década anterior enquanto o assassinato de mulheres negras havia crescido 54% no mesmo período.
"Precisamos pensar no componente racial. Não podemos debater mulher como se fosse uma categoria universal quando as negras têm menos acesso aos bens públicos e menos condições financeiras. Quando não nomeamos essa realidade, mantemos a invisibilidade dessa diferença", diz.

Fonte/Pesquisa:
http://www.campomaioremfoco.com.br/index-mobile.php?pg=noticia_mobile&id=4504